De espirito livre,
Anseio o tempo parado.
Algo guardado,
Tão belo de perigo,
Num cofre que exala.
Ele que reina no profundo,
Onde os medos se encontram,
Disparando salpicos de terror.
A alma corajosa que teme,
Aquele que protege,
E o guia assustadiço.
Eu aqui os espero,
No prado onde o vento,
É parado.
Onde sufoco pelo ar,
Que é somente exalado.
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